PORTUGUESE - Resolutions of the III. Meeting of Marxist-Leninist-Maoist Parties and Organisations in

We document the portuguese translations of the three resolutions adopted at the III. Meeting of Marxist-Leninist-Maoist Parties and Organisations in Europe:

Proletários de todos os países, uni-vos!

Resolução sobre o III Encontro de Partidos e Organizações Marxista-Leninista-Maoistas na Europa III Enconro de Partidos e Organizações Marxista-Leninista-Maoistas na Europa

Nós, Partidos e Organizações Marxista-Leninista-Maoistas realizamos nosso III Encontro, continuando a trajetória do I e II Encontros, trazida a vida através da iniciativa do V Encontro de Partidos e Organizações Marxista-Leninista-Maoistas da América Latina. A exitosa conclusão do III Encontro marca outro marco no processo de unificação em curso em debate teórico e ação conjunta. Baseados no Marxismo-Leninismo-Maoismo, principalmente o Maoismo, e em nossa luta por unidade ideológica em curso hoje, sempre ligada implacávelmente com a luta contra o revisionismo, vamos elevar nossos esforços a serviço da Revolução Proletária Mundial.


Com base nestes princípios a unidade entre os Partidos e Organizações se aprofundou e estamos comprometidos a lutar para incluir todos os Partidos e Organizações do continente que desejarem unidade conosco nestes princípios. Enviamos saudação em particular para os Partidos e Organizações de outros continentes que, embora convidados, não puderam participar por problemas particulares. Saudamos o comprometimento feitos por eles em suas declarações e continuaremos a lutar por incluir eles assim como outras forças comunistas de todas as partes do continente em nossos esforços conjuntos.


Também mandamos de todo coração nossa saudação aos Partidos e Organizações Marxista-Leninista-Maoistas nos centros das tempestades da Revolução Proletária Mundial nos países oprimidos e especialmente aqueles na primeira linha das lutas. A Guerra Popular no Peru, Índia, Turquia e Filipinas são faróis de inspiração e fortalecem nossa determinação revolucionária. Nossa posição é clara e todos devem saber que entendemos estas Guerras Populares como nossas lutas e portanto rejeitamos absolutamente qualquer ataque a elas como um ataque no seio de nosso comprometimento revolucionário e rejeitamos qualquer liquidação de luta armada e qualquer posição capitulacionista de “Acordos de Paz” ou outras colaborações com o imperialismo, revisionismo e a reação. No caso da Guerra Popular da Turquia, devido a alguns eventos sinistros recentes, mantemos que seja necessário ressaltar, que é um princípio básico para qualquer Partido, organização ou indivíduo comunista, revolucionário e mesmo revolucionarista que em nenhuma circunstância se pode colaborar com o velho Estado, seja em países imperialistas ou latifundiário-capitalista burocrático, para atacar forças nas fileiras das massas populares. Fazer isso é um crime e portanto condenamos veementemente aqueles que denunciaram nossos camaradas Turcos para a polícia e outros oficiais do Estado e exigimos imediata remoção destas acusações. Nos mantemos firmemente pela luta das forças revolucionárias na Turquia.


Claramente vemos como os comunistas no mundo estão avançando bravamente e rapidamente, que sejam os partidos dirigindo Guerra Popular ou aqueles que lutam por constituir ou reconstituir seus Partidos para iniciar a Guerra Popular. O Maoismo avança cada vez mais em dirigir a nova grande onda da Revolução Proletária Mundial. Há uma necessidade gritante de impulsar e desenvolver os esforços em curso para unificar os comunistas do mundo. Assumimos firmemente a tarefa de lutar pela Conferência Internacional Maoista Unificada e nos comprometemos a fazer qualquer coisa em nosso poder para contribuir para seu sucesso.

Unir sob o Maoismo!

Vitória para as Guerras Populares!

Avançar na luta pela reconstituição dos Partidos Comunistas!

Avançar para a Conferência Internacional Maoista Unificada!

Novembro 2018

Signatários:

Partido Comunista Maoista da França

Tjen Folket – Liga Comunista, Noruega

Coletivo Bandeira Vermelha, Finlândia

Comitês para a Fundação do Partido Comunista (Maoista), Áustria

Comitê Bandeira Vermelha – RFA

Partido Comunista da Turquia/Marxista-Leninista

Movimento Popular Perú (Comitê de Reorganização)

Proletários de todos os países, uni-vos!

Resolução para defender os presos políticos revolucionários e prisioneiros de guerra e aqueles desaparecidos pela reação

III Encontro de Partidos e Organizações Marxista-Leninista-Maoistas na Europa

Nós, Partidos e Organizações no III Encontro de Partidos e Organizações Marxista-Leninista-Maoistas firmemente tomamos posição pelos presos políticos revolucionários e prisioneiros de guerra em todo mundo e enviamos nossas mais calorosas saudações a eles. Aqueles mantendo alto a posição de nossa classe, sua determinação de não sucumbir a traições putrefatas e sua posição inconciliável em suas lutas que os trouxeram à mira do inimigo são uma verdadeira inspiração para os revolucionários do mundo.


Aqueles combatendo o imperialismo ao lado dos explorados e oprimidos necessariamente se tornam alvos de perseguição pelas forças contrarrevolucionárias. De toda forma possível a reação tenta subjugar todas as formas de luta revolucionária. Através de aprisionamento, desaparecimentos forçados, tortura, ameaças ou a privação de direitos básicos, a reação esforça-se para quebrar ou matar os revolucionários e trancá-los em suas prisões.


Por todo o mundo, podemos ver exemplos de camaradas apostando suas liberdades e saúde para combater a exploração e opressão. Na Noruega assim como na França, vemos como jovens antifascistas estão sendo caçados e perseguidos por sua dura luta contra o fascismo. Nos Estados Unidos, revolucionários que surgem estão sendo cobertos com uma pletora de acusações, pois o Estado espera desencorajar eles a avançar mais em firme galope. No México, acusações falsas e politicamente motivadas são fabricadas para prender dirigentes populares e ativistas, que dedicaram suas vidas a servir o povo, como Dr. Ernesto Sernas García, que some sem vestígio de uma hora para outra pela prática comum de Estado de desaparecimento forçado. No famoso caso dos 23 no Brasil o Estado aspira, com acusações fraudulentas, fazer de exemplo com o caso dos 23 manifestantes, ativistas e revolucionários que se mantém acusados por toda a juventude rebelde e combativa, que combate as dificuldades impostas sobre o povo brasileiro a serviço do imperialismo. Defendendo os camaradas revolucionários atacados pela reação, também queremos expressar nosso desprezo a todos que usam a “solidariedade”, especialmente com os 23, para disseminar confusão no Movimento Comunista Internacional e no Movimento Popular buscando mascarar sua própria capitulação. O governo turco, notório por seus massacres de revolucionários presos, em colaboração com o Estado alemão, chega a caçar e perseguir ativistas democráticos e revolucionários mesmo no estrangeiro, como a prisão dos dez revolucionários em 2015 mostrou novamente. Nas Filipinas, o podre velho Estado usa lei marcial para deter ilegalmente e matar ativistas de direitos democráticos e dirigentes revolucionários do povo indígena Lumad. O caso do indiano Prof. GN Saibaba é sinônimo com os crimes cometidos pela reação a todos aqueles aprisionados nas celas por seu trabalho democrático nesta prisão de povos. Militantes comunistas como camarada Ajith são caçados e, se deixados vivos, trancados em uma farsa de sistema judiciário, onde após uma sentença tenha sido cumprida, imediatamente novos casos são emitidos nos que são soltos, para então prevenir que deixem a prisão até que suas enfermidades acumuladas à força os faça morrer em uma cama de hospital fortemente guardada.


E apesar de o Estado, com toda sua força, tentar quebrar e chegar a um acordo com estes revolucionários e camaradas, eles se mantém firmes por suas crenças e não sucumbem a acordo com as instituições do Estado. O exemplo mais luminoso desta posição heroica pode ser vista na Base de Callao, onde Presidente Gonzalo, chefe do Partido Comunista do Peru, está preso agora há mais de 20 anos, sem ser quebrado, mas persistindo no isolamento para converter sua cela de segurança máxima abaixo da terra na mais luminosa trincheira de combate.


A luta fora e dentro das prisões da reação não é em vão, mas manifesta e reverbera em meio de nossa luta. Consideramos ser nosso dever assumir seus sacrifícios, lutar por suas solturas e defender suas vidas ao defender, popularizar e participar em suas justas lutas, para que possam ser o mais rápido possível recebido nos braços de suas famílias, amigos e camaradas e voltar as fileiras da revolução do lado de fora.

Novembro 2018

Signatários:

Partido Comunista Maoista da França

Tjen Folket – Liga Comunista, Noruega

Coletivo Bandeira Vermelha, Finlândia

Comitês para a Fundação do Partido Comunista (Maoista), Áustria

Comitê Bandeira Vermelha – RFA

Partido Comunista da Turquia/Marxista-Leninista

Movimento Popular Perú (Comitê de Reorganização)

Proletários de todos os países, uni-vos!

Resolução de Solidariedade de Classe com as Guerras Populares pelo mundo

III Encontro de Partidos e Organizações Marxista-Leninista-Maoistas na Europa


Os Partidos e Organizações do III Encontro mandam sua mais calorosa saudação aos Partidos Comunistas no mundo que estão travando Guerras Populares pela Revolução de Nova Democracia em seus respectivos países e à serviço da Revolução Proletária Mundial, assim como a todos os combatentes e massas sob sua direção. Nas Guerras Populares do Peru, Índia, Turquia e Filipinas, ousando lutar e pagando a cota com seu precioso sangue, camaradas se mantém na contínua luta para varrer o imperialismo da face da terra. Sua determinação inabalável para alcançar, com a principal e mais desenvolvida forma de luta de classes que é a Guera Popular, a Revolução de Nova Democracia, para progredir ininterruptamente a revolução socialista para então marchar para o comunismo por meio de revoluções culturais é um luminoso farol para o proletariado internacional e povos do mundo.


Em meio de encarnar mais o Marxismo-Leninismo-Maoismo entre o proletariado internacional e o ascenso de novas organizações e partidos que manifestam como parte da nova grande onda para a Revolução Proletária Mundial, os Partidos Comunistas dirigindo Guerras Populares jogam um papel importante de vanguarda, especialmente aqueles nas nações oprimidas que são os centros tempestuosos da Revolução Proletária Mundial. A vitória em qualquer uma destas Guerras Populares irá pesar a balança ainda mais a favor da revolução e irá ter grandes repercussões no equilíbrio entre revolução e contrarrevolução a nível mundial.


Toda ação, todo passo em direção ao Novo Poder e todo golpe contra a reação nos alegra; mesmo camaradas caídos nos enche ainda mais de determinação para trabalhar e lutar mais duro para apressar a queda do imperialismo. Da Europa, juramos aumentar nossos esforços para apoiá-los em toda forma necessária para que as Guerras Populares sejam vitoriosas e redobrem seus esforços para facilitar o desenvolvimento da Guerra Popular em cada e todo país.

Viva as Guerras Populares no Mundo!

Novembro 2018

Signatários:

Partido Comunista Maoista da França

Tjen Folket – Liga Comunista, Noruega

Coletivo Bandeira Vermelha, Finlândia

Comitês para a Fundação do Partido Comunista (Maoista), Áustria

Comitê Bandeira Vermelha – RFA

Partido Comunista da Turquia/Marxista-Leninista

Movimento Popular Perú (Comitê de Reorganização)

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